I Bury Things Maybe Plants Maybe People


'I Bury Things Maybe Plants Maybe People' não é um produto convencional de jardinagem — é uma obra conceitual que desafia a fronteira entre arte, botânica e crítica social. Sob a fachada de um diário visual ou zine artesanal, esta publicação apresenta ilustrações minuciosas, textos poéticos e observações quase antropológicas sobre o ato de enterrar: sementes, raízes, memórias, corpos. Para entusiastas de plantas que veem o cultivo como prática ritualística, ecológica e emocional, ela oferece uma perspectiva única — não ensina como plantar, mas revela por que enterramos, o que brota do silêncio do solo e o que permanece invisível sob a superfície.
Qualidade de construção e detalhes técnicos
Impresso em papel reciclado de alta gramatura (120 g/m²), com encadernação em brochura reforçada com costura de linhas naturais, o livro conta com 64 páginas em cores terrosas e preto profundo, todas impressas com tintas à base de soja. As ilustrações são feitas à mão com nanquim e aquarela, digitalizadas sem perda de textura — cada página respira tactilidade. Não há índice nem capítulos tradicionais; a estrutura segue um fluxo cíclico, como as estações ou os ciclos de decomposição. Inclui três adesivos botânicos originais (com sementes de capuchinha embutidas em camadas de celulose biodegradável) e uma folha de papel de arroz com esporos de samambaia para cultivo experimental.
Para quem este produto é melhor?
Este é um item essencial para colecionadores de livros-botânicos, educadores ambientais, artistas vegetais, jardineiros terapêuticos e qualquer pessoa que entenda o ato de cultivar como um gesto político e afetivo. Não é voltado para iniciantes buscando guias práticos de rega ou poda, mas sim para quem já vê no solo um arquivo vivo — onde raízes, histórias e lutos se entrelaçam. Ideal também para bibliotecas comunitárias, centros de agroecologia e estúdios de design sustentável.
Leia-o ao ar livre, com as mãos sujas de terra — e depois enterre uma cópia (ou parte dela) em um canteiro: o papel e as tintas são 100% biodegradáveis, e os adesivos com sementes germinarão naturalmente em até 14 dias.
Como se compara à concorrência
Enquanto 'The Botany of Desire' de Michael Pollan oferece uma narrativa científica e histórica sobre plantas domesticadas, e 'Braiding Sweetgrass' de Robin Wall Kimmerer une conhecimento indígena com botânica acadêmica, 'I Bury Things...' opera no território da poética vegetal — sem explicações, sem hierarquias. Diferente de guias técnicos como 'Rodale’s Basic Organic Gardening', aqui não há tabelas de pH ou cronogramas de colheita; há, sim, uma convidativa ambiguidade que força o leitor a questionar seu próprio papel no ciclo de vida e morte das plantas — e dos outros seres que compartilham esse solo.
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